Com este título e sob a coordenação de Patrick Werquin, a OCDE publicou recentemente (em versão inglesa e versão francesa) um trabalho sobre sistemas nacionais de reconhecimento, validação e certificação de competências. “Se as aprendizagens têm lugar frequentemente dentro de um quadro formal e num contexto especialmente dedicado a esta actividade, também se aprendem muitas coisas essenciais no quotidiano da vida, tanto de uma forma deliberada como até informal. Os decisores dos países da OCDE estão cada vez mais conscientes da inesgotável fonte de capital humano que as aprendizagens não formais e informais representam.
As medidas de acção pública que reconhecem este estado de coisas podem desempenhar um papel fulcral dentro de um quadro coerente de aprendizagem ao longo da vida, podendo as actuais práticas ser melhoradas a fim de focar a atenção sobre os conhecimentos e as competências que as pessoas adquirem fora do ensino formal. O desafio que se depara aos decisores é a definição de processos que reconheçam essas aprendizagens, gerando assim reais benefícios, tanto para as pessoas como para a sociedade no seu conjunto.
Este relatório baseia-se em estudos realizados em 22 países: África do Sul, Alemanha, Austrália, Áustria, Bélgica (Comunidade Flamenga), Canadá, Chile, Coreia do Sul, Dinamarca, Espanha, Grécia, Hungria, Irlanda, Islândia, Itália, México, Noruega, Países Baixos, República Checa, Reino Unido, Eslovénia e Suíça. Analisa as vantagens do reconhecimento dos resultados de aprendizagens não formais e informais e oferece um balanço das políticas e práticas existentes, antes de fazer recomendações sobre os modos de organizar o reconhecimento destes sistemas de aprendizagem”.
O relatório encontra-se disponível (só para leitura) em:
http://browse.oecdbookshop.org/oecd/pdfs/browseit/9109092E.PDF
texto daqui: Direito de Aprender
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